
Na última reunião, falámos um pouco da vida de S. Paulo antes da conversão. Falámos da sua educação, profundamente judaica, de como se processou e como influenciou a sua vida. Falámos do seu empenho em manter as tradições que lhe haviam ensinado e em fazer cumprir a Lei que tomava como sagrada. E concluímos que levou tudo isso ao extremo ao aderir ao feriseísmo, "a ala mais severa da sua religião". Chegou ao ponto, como fariseu, de perseguir, torturar e até matar todos aqueles que se lhe opusessem.
Obviamente, foram os cristãos os que mais sofreram com estas perseguições. Saulo (nome judaico de S. Paulo) corroborou a condenação de Estêvão, o primeiro mártir cristão, e estava presente no seu apedrejamento. Vai ser esta morte que vai fazer com que a Boa Notícia de Jesus de Nazaré se espalhe, porque os apóstolos vão fugir de Jerusalém e começam a criar comunidades nas diversas terras por onde passam.
É, portanto, esta a situação de Saulo quando "cai do cavalo" e se encontra com o Jesus que teimava em perseguir. Depois da conversão, torna-se o oposto do que costumava ser. Toda a energia e motivação que punha na defesa da lei, da tradição, passou a direccioná-la para o anúncio do Evangelho de Jesus. Se há mudança de vida, é esta.
A mim apaixonou-me isto em S. Paulo. Ele mudou TUDO. Tudo na sua vida, tudo aquilo em que acreditava. Ele juntou-se "ao inimigo". Só algo muito forte o conseguiria.
Só algo muito forte. Só algo muito verdadeiro. Ou melhor ainda, só Alguém muito forte e verdadeiro.
No Sábado, houve partilhas muito bonitas acerca disto. E eu pergunto: é justo guardarmos para nós essas mesmas partilhas? Coisas destas não podem ficar entre quatro paredes, amigos!
Convido-vos a partilhar outra vez aquilo que se disse, o que não se disse mas se pensou, e o que não se pensou mas se está a pensar agora!
E quem não esteve no encontro, poderá partilhar? É claro que poderá. É só clicar ali onde diz "Comentários"! :)
A mim apaixonou-me isto em S. Paulo. Ele mudou TUDO. Tudo na sua vida, tudo aquilo em que acreditava. Ele juntou-se "ao inimigo". Só algo muito forte o conseguiria.
Só algo muito forte. Só algo muito verdadeiro. Ou melhor ainda, só Alguém muito forte e verdadeiro.
No Sábado, houve partilhas muito bonitas acerca disto. E eu pergunto: é justo guardarmos para nós essas mesmas partilhas? Coisas destas não podem ficar entre quatro paredes, amigos!
Convido-vos a partilhar outra vez aquilo que se disse, o que não se disse mas se pensou, e o que não se pensou mas se está a pensar agora!
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