
Queremos ser ponte para o ponto de encontro...:)
Se passares lá, não deixes de espreitar, entrar, quem sabe saborer, experienciar... encontrar!
Nós vamos! Queres encontrar-te connosco? Bora lá combinar isso!
Missionários Eucarísticos Leigos
Ó SENHOR, por que ficas tão distante
e te escondes nos tempos de angústia?
Na sua arrogância, os maus perseguem os humildes;
que eles sejam apanhados nas ciladas que prepararam.
O homem mau adora os seus próprios apetites;
e o ambicioso despreza o SENHOR.
O mau despreza a ira do SENHOR, dizendo:
«Ele não castiga. Não existe Deus.»
Só pensa ter êxito em tudo aquilo que faz.
Os teus preceitos estão muito acima dele;
por isso protesta contra qualquer adversário
e diz para consigo: «Não vacilarei,
viverei para sempre feliz, sem problemas.»
O seu falar é cheio de pragas, mentiras e injúrias;
nas suas palavras só há malícia e maldade.
Põe-se à espera junto das aldeias
e esconde-se para matar o inocente;
não perde de vista o indefeso.
Como um leão no seu covil,
arma ciladas para apanhar o pobre
e, quando o apanha, arrasta-o na sua rede.
Encolhe-se, abaixa-se,
e as suas garras caem sobre os indefesos.
Os maus dizem para consigo: «Deus esquece-se;
volta o rosto e não vê mais nada.»
Ergue-te, SENHOR, e castiga-os!
Não te esqueças dos aflitos!
Meu Deus, por que é que os maus te desprezam
e pensam que tu não lhes pedirás contas?
Mas tu vês a angústia e o pesar,
observas tudo, e tudo tomas a teu cuidado.
A ti se acolhem os indefesos e os órfãos;
tu és o seu amparo.
Destrói o poder dos maus e dos pecadores;
castiga a sua maldade, até desaparecer totalmente.
O Senhor é rei para todo o sempre;
que os pagãos desapareçam da sua terra.
Senhor, escuta a oração dos humildes;
conforta-os e atende-os.
Defende os órfãos e os oprimidos,
e que ninguém nesta terra,
volte a espalhar o terror.
Salmo 10
O tema de base foi a MISSÃO!:) Deus chama-nos a uma Missão! Foram organizados três encontros ao longo do ano e um final, de Verão, cujo o lema foi
“MISSÃO POSSÍVEL: FAZ(-TE) FELIZ!”
Este fantástico lema resume tudo o que foi trabalhado, gradualmente, nos encontros: Deus chama-nos a uma Missão. Porquê a mim ou a ti? Porque fazemos parte de uma História de Amor que começou há muitos muitos anos, com muitos missionários chamados a Construir o Reino que o Pai sonhou. Temos de conhecer essa História de muitos homens e mulheres chamados, estar conscientes dela. Porque agora é a nossa vez de a continuar! Esta Missão é possível porque é feita de cada um, à medida de cada um…no contexto onde cada um está! Como escutar o que Deus quer de cada um? Quais as formas que Deus usa para chamar? O que são mediações? Onde estão na nossa vida? Como podemos por em prática essa Missão? Qual o compromisso de cada um? É uma missão exigente, transformadora (se deixarmos que assim seja), em que seremos felizes fazendo outros felizes! Enfim… em linhas muito gerais foi isto que fomos propondo aos nossos amigos, e que Deus foi propondo a todos nós! Enquanto Comunidade também crescemos muito com estas oportunidades!
O Encontro de Verão aconteceu de 2
9 de Julho a 1 de Agosto na nossa casa. Inicialmente planeamos ir para uma casa diferente mas o preço, nos tempos de crise que correm, era por si só um entrave à participação de alguns. Assim, resolvemos fazer um encontro de quatro dias na nossa casa – o Externato da Imaculada Conceição em Gueifães. Não éramos muitos mas, mais uma vez, e graças isso, foi muito especial, pois pudemos conhecer-nos mesmo bem, criou-se um ambiente mais familiar, íntimo e de partilha muito bonito. As idades era muito variadas mas isso não foi impedimento nenhum!
Como comunidade, foi o fechar de um ano de trabalho e caminhada (interna e externa), estávamos cansados e temíamos não conseguir preparar tudo como queríamos. Mas não! Mais uma vez o Espírito Santo esteve presente a dar o empurrão, a pôr as coisas no sítio e tudo correu bastante bem!
Neste encontro de 4 dias, decidimos fazer uma revisão do que foi falado nos outros encontros e depois dar ênfase à parte mais prática da Missão: o que eu posso fazer? Como? Onde?
Cada dia tinha um tema de base:
Dia 1: Olhar os que vão à nossa frente
Dia 2: Olhar para nós
Dia 3: Olhar para o Mundo
Dia 4: Envio
Para mim, a ideia mais criativa e interessante que colocamos em prática pela primeira vez, neste encontro, foi a de em cada dia haver uma missão específica. Isto é, todos os dias cada um de nós tinha uma missão para com alguém (sorteado todos os dias). Esta dinâmica resultou muito bem, ninguém se inibiu e todos se empenharam em fazer feliz a pessoa que lhe calhava em cada dia. As Missões para cada dia eram:
1ª Dia: Conhecer e Dar-se a conhecer!
2ª Dia: Cantar e deixar-se encantar!
3ª Dia: Sorrir e fazer sorrir!
4ª Dia: Mimar e deixar mimar!
(lol, uma vez que já estou a escrever muito, sugiro que alguém do grupo explique em que consistia mais especificamente cada missão)
Só mais uma coisinha e já paro, prometo!! Para tentarmos variar nas dinâmicas (apesar de por vezes a criatividade dar sinais de estar quase quase a fechar para férias) tivemos uma ideia que resultou também muito bem! No penúltimo dia, depois do trabalho em pequenos grupos (O que é o Reino de Deus? Como construí-lo nos dias de hoje?), cada grupo tinha de apresentar as suas conclusões através de um programa de rádio. Ou seja, cada grupo ficou com uma parte do programa de rádio: publicidade / entrevista / noticiário, e dentro de cada formato tinham de incluir as suas conclusões. Juntando tudo, o resultado foi um programa de rádio muito engraçado!
Assim terminou mais um ano de caminhada e eu diria, que apesar do cansaço, foi em grande. Lembro-me da tarde de Domingo, depois da apresentação aos pais, depois do lanche partilhado... e ninguém se levantava para ir embora. Ficamos ali um bom tempo a cantar e a tocar...:)
E agora... um novo ano está a começar! A caminho..
Olá a todos! Sei que o dia mundial da criança já passou. No entanto, encontrei este post no facebook que achei deveras interessante acerca do mundo que envolve as crianças nos dias de hoje.
Não é uma reflexão minha, apenas de alguém pouco conformado com o que se passa. Leiam e comentem.
"Crítica à Declaração dos Direitos das Crianças, por Vasco Serranho
Terça-feira, 1 de Junho de 2010 às 14:46
Vou ser do contra... Compreendo e concordo perfeitamente com todos os pontos dos direitos das crianças mas apetece-me fazer um jogo de juízo de valores à sociedade Ocidental dos tempos de agora. Por isso, em vez de ser todo "de acordo", vou antes fazer uma análise "ponto-por-ponto" de todos os pontos desta carta:
1. Todas as crianças são iguais e têm os mesmo direitos, não importa sua cor, raça, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.
Concordo. Direitos das crianças: NENHUM! Enquanto não aprenderem os deveres, não têm direito aos direitos...
2. Todas as crianças devem ser protegidas pela família, pela sociedade e pelo Estado, para que possa se desenvolver física e intelectualmente.
Concordo. E nomeadamente na parte da Educação, nesta precisa ordem: Família primeiro! Não é despejá-los nas escolas e obrigar os professores a tomar conta deles enquanto que os pais os despejam de qualquer maneira e ainda reclamam e fazem processos contra os prof's que fazem o trabalho dos pais.
3. Todas as crianças têm direito a um nome e a uma nacionalidade.
Concordo sem qualquer apontamento :)
4. Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico, antes e depois do seu nascimento. Esse direito também se aplica à sua mãe
Concordo. Mas têm que ser TODAS, não é só aos estrangeiros, ciganos e outros pelintras que aí andam a "despejar" miúdos para a sociedade e só querem saber deles para as contas do subsídio de rendimento mínimo...
5. As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.
Concordo! Mas não é a misturar crianças com necessidades especiais junto às outras que resolve o problema! E já agora, meliantes devem também ter uma escola só para eles, com muitas disciplinas de "5 dedos”.
6. Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.
Concordo. Mas fazer as vontadinhas todas e a dar o que não merecem, e muito menos credibilizar qualquer "queixinha" que isto é feito!
7. Todas as crianças têm direito à educação gratuita e ao lazer
Concordo. Mas se é assim, porque têm os pais que gastar rios de dinheiro em livros que nem sequer podem posteriormente ser reaproveitados por outros meninos? E porque é que uns até os têm de borla, normalmente à custa dos pais que trabalham e pagam impostos? (que assim, na prática, pagam os deles e os outros!)
8. Todas as crianças têm direito de ser socorrida em primeiro lugar em caso de acidentes ou catástrofes.
Concordo sem qualquer apontamento :)
9. Todas as crianças deve ser protegida contra o abandono e a exploração no trabalho.
Concordo... Se bem que a sociedade não considera profissão nem exploração infantil um cantor de meia-dúzia de anos ou um actor de palmo e meio...
10. Todas as crianças têm o direito de crescer em ambiente de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.
Concordo, se for realmente seguido. Solidariedade não é dar-lhe tudo...compreensão não é fazer as suas vontadinhas todas... amizade não é um caminho de um só sentido... justiça não é terem sempre razão.
Concluíndo:
Concordo com todos os pontos da carta dos direitos das crianças. Mas hoje em dia e na sociedade "moderna ocidental", estes valores foram todos adulterados pelo sobreproteccionismo, alteração do núcleo de poder nas famílias, deturpação das instituições e, acima de tudo, pelo desleixo vergonhoso que a maioria dos pais faz ao deixar as suas crianças ao abandono e só aparecendo para contestar e maldizer as mesmas instituições onde despejaram sem qualquer importância a sua prole...
A culpa não é das crianças (inocentes, tal como diz a Maria João Calder), mas sim dos pais que se esqueceram que "não é só fazê-los e pari-los!" que faz deles pais a sério!"
Perdoem-me o atraso… às vezes sou tão pouco simples que não arranjo um espacinho no horário para partilhar experiências.
Mas ouvi dizer que “mais vale tarde que nunca”…
Foi um encontro pouco “Internacional”.
Mas contou a intenção de estarmos intimamente ligados a “nuestros hermanos”, que começariam o seu encontro no mesmo dia, ao final da tarde.
O tema era o mesmo: a Simplicidade.
Simplicidade de que Maria é exemplo, simplicidade que encontramos em cada palavra que lemos de Maria Emília Riquelme, madre fundadora da nossa congregação. E o desafio era organizarmos um encontro que estivesse em comunhão com aquele que se ia passar do outro lado da fronteira, a centenas de quilómetros de distância. O ideal seria um encontro em que nos juntássemos, Portugal e Espanha, para partilhar experiências e vivências. Mas quando os obstáculos nos aparecem, a sabedoria é mesmo esta – contorná-los com a simplicidade que consigamos recolher dentro de nós. Não foi a solução perfeita: numa altura em que a comunicação é cada vez mais virtual, há que privilegiar o encontro humano; mas entre cortar relações e utilizar os recursos que temos, a solução pareceu-nos óbvia.
Às nove da manhã, estava tudo pronto para começar. Só faltava um pormenor sem importância: os jovens! Ao Domingo de manhã a preguiça ataca em força, e parecia que estava a vencer todos aqueles que tinham dito Sim…
Mas a vontade de crescer sobrepôs-se. Mais tarde do que o previsto, é certo, mas arrancámos o encontro com as pessoas que tínhamos – poucas mas boas!
Entretanto, o gelo quebrou-se, entre o “chega e não chega” dos mais atrasados. Cantámos, brincámos e, por volta das dez e meia, começámos com a Oração da Manhã o Encontro Internacional MEL 2009.
A manhã passou-se entre actividades práticas: leitura e partilha a partir de um texto sobre Maria e a sua simplicidade de mãe e mulher lutadora; um jogo que envolvia mímica, desenhos, ler nos lábios… (quem é que já não jogou Party & Co?); filmagem de um pequeno teatro, “Maria não desistente e fiel”, que havia de ser enviado para Espanha representando o grupo MEL Portugal. Conversou-se, brincou-se, olhou-se para os melhores exemplos de todos – os de pessoas comprometidas.
Depois do convívio do almoço partilhado, voltámos ao “trabalho”. Uma pequena apresentação sobre Maria Emília Riquelme, que em tanto foi parecida com Maria. Percebemos que é possível pôr o Amor em primeiro lugar. Que não é impossível resistir às lógicas do Mundo que nos prendem. Num exemplo concreto, de uma mulher concreta, vimos que a Simplicidade se pode manifestar em nós – se o deixarmos.
A seguir, em pequenos grupos, conversámos sobre a Simplicidade no dia-a-dia.
Sim, que é muito fácil dizer coisas bonitas! Mas e no concreto dos dias? Como podemos ser simples, como podemos transmiti-lo aos outros? “Simplicidade em casa”, “Simplicidade na escola”, “Simplicidade na rua” – eram os temas para cada grupo. Onde é mais importante agir desta forma? Há um contexto mais importante que outro? Como é que, na prática, podemos agir com Simplicidade? No fim, houve partilha de conclusões. A conclusão era óbvia: não importa o contexto, há sempre formas de sermos mais para os outros, de dizermos um Sim convicto sem olhar para trás.
E depois disto, restava saborearmos o que tínhamos concluído, tornarmos tudo mais nosso. Chegou a hora do Deserto.
Todos tiveram oportunidade de olhar para dentro, de falar com o Abbá de todas estas coisas. De pensar o que é que tudo aquilo podia implicar no seu quotidiano. “O que é mais importante na tua vida?”, era uma pergunta que nos colocávamos.
Ao fim da tarde, juntámo-nos à Comunidade de Gueifães para celebrarmos a Eucaristia. Afinal, nada disto faz sentido se não for vivido em comunhão com outros que nos são semelhantes!
Voltámos ao colégio para jantar, altura em que houve mais espaço para convívio. Jogámos, rimos, conhecemo-nos melhor. Sentia-se a satisfação de um dia produtivo (ainda que cansativo).
Para encerrar o encontro, vimos o filme “Patch Adams – o Amor é Contagioso”. Não poderia ter resumido melhor o que andávamos a repetir desde a manhã!
Um filme sobre um grande Sim, sobre o amor e a simplicidade do ser criança.
A oração da noite foi já pequenina, não só pelo adiantado da hora como também pelo cansaço que já se fazia notar em cada olhar.
A Simplicidade não se explica por palavras – foi a grande conclusão. Mas explica-se de outra forma mais… simples! Espero que cada jovem o tenha sabido explicar depois em casa, na escola, na rua, em cada contexto, em cada lugar por onde tenha passado.
Não que seja fácil, claro.
(texto escrito pela grande Inesita)
Será que isso a que chamámos dar-se quer ser uma anulação do nosso holofote para que brilhe o outro, o do Amor? Ou será que a dádiva não é mais do que uma extensão desse mesmo holofote através de nosso?Visita-nos em:
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